Mãe Natureza
Artista: Will Ferreira
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Acrílica sobre tela
Altura 80 cm x Largura 60 cm
Ano da obra: 2022
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Peça única, 1 de 1
Local atual da obra: Sorocaba - SP
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Descrição da obra pelo artista:
Esta obra, intitulada "Mãe Natureza", é uma obra híbrida de pintura feita pelo artista Will Ferreira e poema escrito por Jorge Facury, que explora a beleza, a complexidade e a interconexão dos elementos da natureza. O poema descreve de forma vívida e poética a riqueza do mundo natural e a conexão de todos os seres vivos com a Mãe Terra. O autor apresenta uma visão profunda da natureza, onde cada aspecto é celebrado como parte de um todo harmonioso. No poema, a água flui calmamente em galerias ocultas, o sol revela a paisagem inóspita dos planaltos, e a chuva sacia a sede da terra. O autor descreve a vibração das asas de um beija-flor, o trovão ancestral e a gravidez da Mãe Terra, que abriga a vida que só ela pode dar. O voo da águia é observado, revelando o profundo. Há o som das águas do mar e as folhas batidas por revoadas de pássaros alados. Há movimento imperceptível no silêncio das eras, criaturas que rastejam na terra, temidas e mágicas, que impõem respeito e ocupam seu lugar na criação. A terra está cheia de frutos, e a doadora que tudo provê pode também fazer tudo cair, perecendo. Calor e frio se unem secretamente, e há um espasmo no ar, o hálito da vida. Nas asas da borboleta, a arte divina é observada, assim como o olho oculto que vê cada florescer. O tempo ressoa na eternidade, repleto de histórias, nascituros, virtudes e anomalias. A boca do vulcão em lava anseia por tudo, vomitando a pressão da energia criativa dos tempos. A pequena formiga trabalha perfeitamente, e o lobo uiva para a lua mística, um mistério que assombra as mentes pensantes. No fundo da terra há calor, nas nuvens, conhecimento. Um tremor de amor percorre as linhas da folha em broto. Há um choro e um lamento quando a vida se esvai. Um círculo de fogo no ar abrasa a terra, enquanto o vento das alturas arrasta tudo o que é fraco e gela as almas desavisadas. A força da escuridão tem seu lugar, e a luz do dia se manifesta na claridade mansa que chega devagar. Em cada tronco de árvore, os segredos de seu tempo estão gravados, com povos, amanheceres, passarinhos, grilos, entardeceres e o felino caçador. É um segredo bem guardado que só o olho encantado se permite revelar. Há o ácido que verte, o fruto e sua doçura que domina o prazer, e a luz fria do vaga-lume que encanta a vista. A energia vive na terra e no mar, nas profundezas mais distantes. Pacha Mama em tudo, vida e morte. O relâmpago assombra os céus com sua mensagem de luz, rompendo os confins. O borbulhar do manso córrego conforta o coração empedernido. Há uma presença na floresta que ninguém sabe dizer, uma presença forte e soberana no vasto deserto que se faz desconhecida. A grande cascata enche a vista do humano, sendo uma festa e um louvor dentro da própria criação. É um brilho para si mesma, testemunho da beleza, refulgência de estrelas e maternidade cósmica, segredo às mentes brutas e revelação aos sensíveis. Gratidão e Respeito

