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Perfis de Artista

 Adriene M. Pereira

Adriene M. Pereira

Artista da galeria desde

ago.

2025

ADRIENE M PEREIRA Artista independente, sem formação profissional na área e com experiência limitada ao que sempre fez por amor. Trabalha navegando entre diferentes estéticas, formas de produção e materiais. O conceito principal é criar arte que traga inspiração, questionamento, análise e beleza ao mundo.
 Alisson Mota

Alisson Mota

Artista da galeria desde

jul.

2025

Meu trabalho com artes plásticas começou nas décadas de 80/90, quando então nessa ocasião eu morava em Viena na Áustria. Estudava computação na Universidade Técnica de Viena e trabalhava como músico, tocando nas principais cidades da Europa. Meu interesse pelas artes plásticas, veio junto com a valorização que os artistas na Áustria recebem, proporcionando a eles possibilidades de mostrar suas obras em centenas de museus espalhados por todo o país. Essa facilidade de acesso aos trabalhos dos artistas despertou em mim a curiosidade de conhecer e aprender também alguma coisa a respeito de outras artes. Minha vivência como músico me colocava quase que naturalmente na presença do mundo das artes e isso, somado à facilidade de acesso a todas as manifestações artísticas que a cidade oferecia, me introduziu espontaneamente às artes plásticas. No princípio era só curiosidade de aprender, sem pretensões artísticas ou mesmo ser visto como um artista plástico. Nessa ocasião conheci o trabalho de Maurits Cornelis Escher (1898-1972), um holandês que desenvolveu um trabalho na década de 50/60, inspirado no que ele conheceu visitando a Fortaleza de Alhambra, na Espanha. As figuras entrelaçadas geométricas pintadas nas paredes da fortaleza pelos antigos Mouros levou-o a pesquisar e aprender a técnica do entrelaçamento (tessellation) que mais tarde foram os principais elementos da sua obra, apresentadas em xilogravuras, que o projetou para o mundo. As obras de Escher me deslumbraram de uma maneira, que despertou em mim a curiosidade de também aprender essa técnica de criar figuras entrelaçadas. Escher não era um matemático, e sim, um artista gráfico, portanto ele fez seus estudos sempre em cima de uma visão gráfica, sem se aprofundar nos conceitos matemáticos. No meu caso, como amante da matemática e estudante de computação na Universidade Técnica de Viena, procurei fazer meus estudos sobre o tessellation em cima dos fundamentos da geometria e a trigonometria, com isso, consegui atingir meu objetivo de aprender e aprofundar meu conhecimento sobre o assunto. Paralelamente a todo esse aprendizado, tive aulas de desenhos, pinturas, modelagem em argila, desenho digital, procurando sempre ter um olhar que se aproximasse da arte visual. Depois de 12 anos de vivência européia, voltei ao Brasil, juntei meus conhecimentos de analista de sistemas e o conhecimento adquirido com a técnica do entrelaçamento, para desenvolver um software para que eu pudesse desenvolver figuras mais complexas. Ainda não inteiramente contente com o resultado resolvi modelar essas figuras em alto-relevo, isto é, que saísse da bidimensionalidade e que passassem uma mensagem um pouco mais que simplesmente figuras geométricas, incluindo, por exemplo, a figura humana. Sempre quando se fala em matemática nos vem à mente uma ideia de algo monótono, abstrato, complexo, sem cor e sem beleza. Mas na verdade é a maneira como ela é ensinada na escola é que nos faz enxergá-la assim. Existe por trás da matemática maneiras de mostrar que ela não precisa ser assim. Uma das áreas na qual é possível fazer isso é a geometria. Por isso que nos deslumbramos quando vemos uma obra arquitetônica a qual nos agrada. Toda a matemática contida nela, parece desaparecer e o que nos salta aos olhos é a beleza das formas. A técnica do tessellation oferece uma gama de possibilidades de demonstrar isso, uma vez que ela trabalha sobre bases simples, como o quadrado, o triângulo e o hexágono, e cada figura, por sua vez, oferece diferentes formas de entrelaçamentos, variando do simples ao complexo. Meu objetivo com esse trabalho é mostrar um pouco desta beleza da matemática através da arte, mas procurando uma maneira de fazer com que a arte não cumpra a função simplesmente de suporte ou veículo para tornar a matemática atrativa visualmente, mas que ela tomasse conta da obra, chegando ao ponto da matemática aqui, também seja praticamente imperceptível. O resultado consiste em uma série de obras mostrando figuras criadas digitalmente e depois modeladas em alto-relevo em forma de estatuetas e entrelaçadas entre si e dispostas em diferentes bases, como porcelanato, cerâmica, madeira, gesso, etc. Os trabalhos abrangem uma técnica utilizando complexos arranjos geométricos, mas também interagindo com a figura humana.
 Bruno Mesquita

Bruno Mesquita

Artista da galeria desde

fev.

2026

Me chamo Bruno Mesquita, sou artista visual nascido em Brasília e residente em Buenos Aires há mais de um terço da minha vida. Minha trajetória é atravessada pela experiência de migração e pelo deslocamento entre dois territórios, o que influencia diretamente meu modo de produzir e pensar a pintura. Sou médico e, durante a formação acadêmica, mantive a prática artística de forma mais intermitente. Retomo agora a pintura de maneira mais consistente, em um momento de maior maturação e liberdade de pesquisa, um espaço em que não preciso ser tão rígido. Trabalho com pintura a óleo, priorizando processos lentos e abertos, nos quais a obra se transforma ao longo do tempo e frequentemente se distancia da ideia inicial. Fragmentação, natureza, passagem do tempo e sutileza são elementos recorrentes no meu trabalho. Embora não haja uma intenção dramática, tensões discretas costumam emergir nas paisagens e atmosferas que produzo. Entendo a pintura como um espaço de pensamento visual, sem compromisso com virtuosismo técnico ou narrativas fechadas, mas com o interesse em sustentar imagens que se constroem no próprio tempo do fazer.
 Danilo Venezia

Danilo Venezia

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mai.

2025

 Eddie

Eddie

Artista da galeria desde

dez.

2025

Olá, sou Eddie, tenho 16 anos e sou um artista digital, tenho autismo e adoro desenhar animais.
 Farley Cantidio

Farley Cantidio

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nov.

2024

Natural de Montes Claros - MG. Sempre desenhei e até pintei quando criança. Lembro-me de realizar um lindo trabalho de colagem com as referências do quadro de Cândido Portinari na representação dos retirantes. Outras vezes, fiz trabalhos de pintura medieval e do clero. Recordo vagamente de desenhar santos e anjos na infância. Gosto muito da arte do período renascentista e histórico. Aprendi a me inspirar no impressionismo de Vincent van Gogh, Monet. Admiro a técnica de Johannes Vermeer, o surrealismo de Salvador Dali e as combinações de cores de Gustav Klimt. Gosto das pinturas em tons de vivacidade, brilho e cores primárias. Procuro a combinação de tintas, a fim de transportar a luminosidade das cenas para cada trabalho. Consigo transitar desde a técnica digital até a pintura em acrílico. O que me motiva ? A busca de respostas sobre as questões da desigualdade social, a pobreza, a corrupção, as questões ambientais, porque é para essas temáticas que o brasileiro deve se voltar. Em um momento de descontração e leveza, escrevi um livro de ficção chamado Inóspita Redenção e participei de antologias poéticas com a contribuição de poemas. Se alguém perguntar como você aprendeu a pintar ou desenhar, diria que ninguém segurou o pincel para que iniciasse, mas posso afirmar que a vontade de expressar as ideias na forma de arte superaram qualquer obstáculo e, claro, as referências internacionais do que já vimos e temos foram a verdadeira escola para mim e muitos artistas que estão apenas iniciando. Não pretendo ser cópia de artista ou técnica alguma, mas procuro ser individual e único, para que, quando alguém observar uma das minhas obras, possa dizer quem a fez apenas pelos traços da identidade artística nela representada.
 Gabriel Alexandre

Gabriel Alexandre

Artista da galeria desde

fev.

2025

Me chamo Gabriel Alexandre, 33 anos, natural de Maceió - Alagoas. Autodidata, minha paixão pelos desenhos vem de cedo, mostrando aptidão para a arte aos 3 anos. Da infância a juventude já me destacava na escola sendo conhecido pelos desenhos criativos de cores vibrantes. Aos14 anos tive os primeiros contatos com o graffiti. Arte que já me inspirava pelas ruas da cidade. Aos 15 já estava à frente de um projeto cultural, incentivando outros artistas a se redescobrirem criativamente. Iniciei no mundo da tattoo aos 17 anos, aprendendo como tudo funcionava e como poderia aplicar minha arte na tatuagem, e assim poder viver da minha arte. Aos 18 anos fiz meu primeiro trabalho, tatuando, daí em diante muitos estudos, muita evolução e a conquista de mais de 60 prêmios em convenções, e o reconhecimento de um trabalho de originalidade ímpar. A bagagem artística não para por ai! Workshop, seminários, tutoriais e até sala de aula foram palcos para que compartilhasse conhecimento, trazendo a experiência de uma vida dedicada a arte. Após tantas histórias e experiências vividas, inicio minha saga em meio às galerias de arte com identidade artística formada e reconhecida.
 Ageani Barbosa dos Santos Oliveira

Ageani Barbosa dos Santos Oliveira

Artista da galeria desde

set.

2024

Sou costureira, pedagoga, artista visual pós graduada em neurociência aplicada a aprendizagem, estudante de estética e i.agem pessoal, fotografa amadora. A paixão por paisagens despertou o desejo de fotografa_ las.
 Amarílis Costa

Amarílis Costa

Artista da galeria desde

out.

2024

Amarílis Costa nasceu em 1978 na cidade de Goiânia-Goiás-Brasil. Atualmente, vive e trabalha em Aparecida de Goiânia. Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás, já participou de várias exposições. A artista visual desenvolve em sua criação artística, as imagens, símbolos e metáforas que se prestam para verbalizar situações interiores. Adentra no universo da astrologia ocidental não como saber, mas como linguagem. As forças arquetípicas se instalaram na sua produção em pintura e desenho em busca de experimentar a energia “superior”, a regente esotérica de cada um dos signos do zodíaco e a energia e significado do regente mundano, expresso por quase todos nós todos os dias. Através desta ligação entre mandalas, criação e cores Amarílis Costa faz uso de diversos materiais e suportes (tintas, lápis de cor, nanquim, colagens, cordões de cera, lã, resina, dentre outros), como um exercício de experimentação. É nesse ambiente de experimentações que sua criação deixa de ser pura técnica para ser pensada, conceituada.
 Camila de Medeiros Fantinel

Camila de Medeiros Fantinel

Artista da galeria desde

mar.

2025

Gaúcha de Alegrete. Paisagens, formas, fauna e cultura.
 Davi Mares

Davi Mares

Artista da galeria desde

jan.

2026

O desenho e a arte em geral fazem parte da minha vida desde criança Sempre com incentivo dos meus pais por material e artístico e acesso a livros e revistas. Desde muito jovem eu tinha o desejo de criar desenhos tal qual as fotos nítidas que via nos livros. Fotos essas que me marcavam e eu tb queria deixar minha marca nessas fotos. Apaixonado por tudo que envolve senso artístico e pessoas acabei me encontrando no fotorrealismo e aqui estamos nós. Completamente autodidata segui em busca de aprimorar meus sentidos e conectar ainda mais a ponta do lápis a minha própria vontade Ainda sigo buscando expandir ainda mais e fazer da arte meu trabalho e minha voz No final das contas ainda sou muito jovem e minha história só está começando
 ElenZ Saviani

ElenZ Saviani

Artista da galeria desde

dez.

2025

ELENICE ZIROLDO COSTA SAVIANI (Jacarezinho, PR, 09/04/61) ou simplesmente ELENZ SAVIANI , londrinense de coração, professora de literatura e língua portuguesa, poeta, pedagoga, psicopedagoga, neuropsicopedagoga, artista plástica, muralista, calígrafa e desenhista. A arte sempre fez parte de sua vida; ficou “adormecida” por um tempo, mas nunca entrou no estágio REM! Desde a infância, ElenZ gostou de desenhar e pintar, sempre incentivada pelo pai, matemático e admirador de Escher (1898-1972), porém a vida profissional e doméstica a fez adiar o sonho de se dedicar à pintura e ao desenho. Fez vários cursos de desenho artístico, grafite e realista, aquarela, giz pastel, pintura acrílica e com lápis de cor, de história da Arte. Durante sua vida profissional (foram 37 anos dedicados ao magistério), nos poucos momentos de descanso, desenhava e estudava a vida e obra dos grandes mestres da pintura e os períodos da História da Arte, entretanto não tinha com quem dividir seu gosto e interesse. Pintava, desenhava e estudava por prazer e fuga e o faz até hoje. Quando a vida lhe impôs duras provações foi na Arte que encontrou apoio e consolo. Fez cursos e mais cursos de Desenho e Pintura, sempre em acrílica, pois tem alergia à tinta a óleo. O seu estilo próprio de trabalhar com texturas faz com que sua produção seja diferenciada e criativa. Usa todo tipo de material em suas obras: barbante, areia, sementes, palitos, sagu, casca de lápis, papel... o que sua imaginação e inspiração aprouverem. O acabamento é feito com verniz. Amante das Literaturas Brasileira e Francesa, enquanto trabalha em uma tela pensa em um poema, uma quadrinha para “explicar” o resultado, para concretizar algo tão abstrato quanto a poesia. Daí surgiu a Exposição: Textos e Texturas. “Quando começo uma tela não sei o que vai sair! Imagino algo e o resultado é completamente diferente”. Admira o trabalho de Picasso (1881-1973), Wassily Kandinsky (1866-1944) e Franz Marc (18801916), pois vê a arte como expressão dos sentimentos e não meramente uma cópia da realidade. – “Posso me expressar apenas rabiscando formas e linhas; não preciso representar nada que já existe". Sua Arte Abstrata reúne produções bastante diversas, que vão desde desenhos não figurativos até telas executadas a partir de composições geométricas. A intenção das obras abstratas é evidenciar formas, cores e texturas, revelando elementos não reconhecíveis e estimulando uma leitura de mundo a partir de um tipo de arte não objetiva. Em 2017, junto com algumas amigas, criou o grupo Mabeljisam (@mabeljisam), unidas pela arte, para estudar a vida e as obras dos grandes mestres.
 Felipe Bittencourt

Felipe Bittencourt

Artista da galeria desde

out.

2024

Me chamo Felipe Bittencourt, sou fotógrafo nascido e criado em São Paulo Capital, durante a minha infância, indiretamente minha mãe foi inserindo a fotografia na minha vida, em 2017 eu comecei a perceber que eu tinha uma visão diferente para as coisas, e comecei a utilizar essa minha perspectiva na fotografia, foi "amor a primeira câmera", desde então fui desenvolvendo minhas habilidades e transformando minha fotografia em arte. Encontrei meu propósito de vida na fotografia, entendendo o poder que ela tem de mexer com o sentimento das pessoas, seja por retratos, fotografia de esportes ou fotografia documental, cada clique tem um significado e transmite algo que aflora sentimentos nas pessoas. Durante minha trajetória na fotografia, eu procurei a pluralidade, que nada mais é do que fotografar o máximo de nichos diferentes, com isso pude captar momentos únicos de pessoas e lugares, que eram daquela forma somente naquele momento do clique, são registros para a eternidade, e transformar esses registros em obras de arte é algo que me move intensamente.
 Iara Mazinini Rosa

Iara Mazinini Rosa

Artista da galeria desde

set.

2024

Não fui uma criança autodidata que sempre gostou de desenhar, pelo contrário, sempre tive muita dificuldade no desenho e de expressar o que eu queria no papel ou tela. Como gostava muito de História da Arte na escola, resolvi prestar vestibular de Artes Visuais na Universidade de Franca (UNIFRAN), onde comecei a me interessar, de fato, por desenho e pintura. Durante a faculdade estagiei no Laboratório de Artes de Franca, onde aprendi a montar exposições de artistas, montar acervos e conheci trabalhos de gravuristas e aquarelistas da região, fazendo com que sentisse prazer em fazer parte daquele espaço. Depois de formada, montei meu ateliê, onde trabalho até hoje, fazendo peças em cerâmica, telas em aquarela e acrílicas. Gosto muito de representar imagens que me dão aflição de alguma maneira. Nas primeiras telas, essa aflição é bem sutil. Mas hoje em dia eu deixo mais explícito e também passei a utilizar mais o preto junto com as cores neon que coloco em toda tela.
 Alicia Fotografia

Alicia Fotografia

Artista da galeria desde

set.

2024

Sou fotógrafa a 15 anos, amo o que faço, gosto de fotografar coisas que muitas vezes passam despercebidas por outras pessoas, gosto de fotografar natureza, pássaros, paisagem, pessoas, fotografar para mim è uma arte, a fotografia é uma arte poderosa e fascinante, que nos permite registrar momentos, expressar emoções e revelar a beleza que muitas vezes passa despercebida em nosso cotidiano, é um presente de DEUS!
 Aretusa Maciel

Aretusa Maciel

Artista da galeria desde

nov.

2025

Nascida em Brasília, artista desde os 10 anos de idade. Sempre amei a forma como a arte me traz paz e tranquilidade, sendo uma das formas de expressão que encontrei para poder exercer minha criatividade e sentimentos. Cada tela traz um sentimento e história única, movidos por tudo o que sinto no momento em que estou criando.
 Celina Sofia

Celina Sofia

Artista da galeria desde

mai.

2025

Sou Celina Sofia, artista plástica desde de 2018, sou pós graduada em Arteterapia. Em 2021 me especializei em pintura em aquarela. Participei de eventos e exposições artísticas na região onde moro. Atualmente dou curso de aquarela e faço pinturas por encomenda. Neste ano 2 obras estarão expostas no Casa Cor de Porto Alegre 2025. A aquarela é uma arte envolvente e terapêutica, feita em papel específico é caracterizada pela leveza e transparência do pigmento solúveis em água, permitindo criar imagens delicadas e criativas. Uso papel da marca Hahnemühle com fibra de bambu e algodão e tintas Daniel Smith e Wilson &Newton para valorizar a arte original. E também faço produções digitalizadas em alta definição de acordo com o original. Todas as obras acompanham certificado de originalidade, assinadas por mim.
 Diogo Alves Athayde

Diogo Alves Athayde

Artista da galeria desde

fev.

2026

Produtor audiovisual, fotógrafo e artista visual nascido em Anápolis, Goiás. Apaixonado pela arte desde criança, Diogo Alves Athayde aproveitou a multidisciplinaridade de sua formação em Relações Internacionais e Letras para abordar filosoficamente o cinema através de artigos e pesquisas acadêmicas. Desenvolvendo o gosto pela escrita ao longo de sua formação e alinhando-a com seu precoce fascínio pelo fazer artístico, colaborou com a escrita de críticas e ensaios para o Jornal Opção, escreveu contos publicados em revistas e coletâneas pelo país e criou curtas-metragens e videoclipes selecionados e premiados em festivais de cinema de três continentes diferentes. Atualmente, vive em trânsito entre diversos lugares do Brasil e do mundo, trabalha com criação cinematográfica independente em sua produtora Salão de Guerra Filmes e mergulha no universo da fotografia, explorando os limites da imagem através de retratos que mesclam o abstrato-experimental com o preto e o branco, sempre almejando um olhar único e plástico diante das paisagens e pessoas que encontra em seus caminhos.
 Fabi Ferreira

Fabi Ferreira

Artista da galeria desde

nov.

2024

Sou uma artista visual gaúcha. Nascida na pequena cidade de Camaquã A arte sempre fez parte da minha trajetória de vida, desde criança tenho o desenho como base intuitiva de criação para retratar o mundo ao meu jeito. Meus primeiros traços foram flores,animais(cavalos) e mulheres...... com o incentivo da família é o q trago comigo até hoje. Durante a escolaridade sempre ganhava destaque por meus desenhos e comumente representava a escola em feiras e exposições artísticas. Na adolescência comecei a receber encomendas dos mais variados tipos de desenhos,foi quando iniciei como estilista/figurinista. Noivas,formandas,15 anos e claro,fantasias de carnaval. Neste período mudei pra cidade de Pelotas,referência cultural.Aprendi muito,aprimorei minhas técnicas e meus valores estéticos, trabalhando como figurinista em uma renomada loja de tecidos. Papel, lápis, lápis de cor,sempre foram os único instrumentos necessários para exercer o meu ofício e viajar nas ondas da criatividade. A partir dos anos 2000 a religião de matriz africana, passou a fazer parte da minha história de vida. Foi os Orixás que passaram a inspirar o meu cotidiano e a compor os meus quadros. Retratar as divindades africanas e entender de forma profunda a minha ancestralidade me proporcionou orgulho em cada um dos quadros que produzi. A singularidade do tema é a pluralidade do panteão africano me encanta.Fiz dos salões e terreiros religiosos, minha galeria em exposição permanente. Eu sou realizada com o meu trabalho, embora ciente das minhas limitações, estamos sempre aprendendo. Enquanto mulher trans, negra e de fragilidade econômica, neste mundo preconceituoso e de oportunidades desiguais,rogo aos Orixás para me fortalecer nas lutas diárias e que a positividade do Axé seja sempre renovado.
 Gabi Juri

Gabi Juri

Artista da galeria desde

out.

2025

Diplomada em retrato fotográfico e em gêneros e recursos criativos na Universidade de San Isidro Buenos Aires Premiado em vários concursos: 35 Awards, Viewbug, Monoawards, Agora awards
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