Compelida
Artista: Lionizia Goyá
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MistaAltura 70 cm x Largura 50 cm
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Descrição da obra: O Silêncio que Grita: A Dor Inominável Há dores que a palavra não alcança. Há violações que tentam roubar não apenas o corpo, mas a alma e a voz de quem as sofre. Esta obra, integrante da série "O Não Grito da Mulher", lança um olhar corajoso sobre uma das feridas mais profundas da nossa sociedade: a violência sexual. Inspirada pela angústia existencial de Edvard Munch, a composição transborda um "colorido dolorido". As cores aqui não celebram; elas denunciam. Elas traduzem o caos interno, a fragmentação da identidade e a tentativa desesperada de processar o improcessável. É uma obra que fala por si só, porque o trauma, muitas vezes, retira da vítima a capacidade de narrar sua própria história. Por que "O Não Grito"? Porque, em muitos casos, a violência sexual é acompanhada pelo silenciamento forçado — pelo medo, pela vergonha imposta socialmente ou pelo isolamento. O grito está lá, paralisado nas pinceladas, retorcido nas formas, mas não sai. Ele ecoa no interior de quem luta para reconstruir seus pedaços. Esta tela é um manifesto de solidariedade. Ela ocupa o espaço público da nossa galeria para dizer que não aceitamos o invisível. Ao transformar a dor em arte, buscamos não apenas expor a ferida, mas validar a existência de quem sobreviveu, oferecendo um espelho para que o silêncio comece, finalmente, a ser rompido. Temática: Resistência e enfrentamento à violência sexual. Reconhecimento: Parte do conjunto de obras premiado pelo público na AGAV. A arte não cura o trauma, mas ela retira o agressor do lugar do segredo e coloca a sobrevivente no lugar da visibilidade. "Este conteúdo aborda temas sensíveis relacionados à violência. Se você precisar de ajuda ou acolhimento, disque 180."

